For you I was a flame...Blog is a losing game!
Música, Cinema, Literatura e todas essas coisas de losers.
Thursday, April 30, 2009
www.cansei.com.br
i'm sick of watching my days go by only wishing there's another holiday or friday ahead.
i can't stand so much mediocrity around me.
i need to change.
Mood Poem:
i can't stand so much mediocrity around me.
i need to change.
Mood Poem:
Weeping Willow
Weeping willow with your tears running down, why do you always weep and frown?
Is it because he left you one day? is it because he could not stay?
On your branches he would swing, do you long for the happiness that day would bring?
He found shelter in your shade. You thought his laughter would never fade.
Weeping willow, stop your tears. There is something to calm you fears.
You think death has ripped you forever apart. But I know he'll always be in your heart.
Mood Music:
By Vada Sultenfuss
Weeping willow with your tears running down, why do you always weep and frown?
Is it because he left you one day? is it because he could not stay?
On your branches he would swing, do you long for the happiness that day would bring?
He found shelter in your shade. You thought his laughter would never fade.
Weeping willow, stop your tears. There is something to calm you fears.
You think death has ripped you forever apart. But I know he'll always be in your heart.
Mood Music:
Hey Now
By Augustana
Sky black and blue,
Blue turn to red,
It's quiet in the streets now,
But it's screaming in your head,
I ain't a fool,
But I've got my doubts,
Say it doesn't hurt,
It doesn't matter anyhow, anyhow...
Hey we're just bleeding for nothing,
It's hard to breathe when You're standing on your own,
We'll kill ourselves to find freedom,
You'll kill yourself
To find anything at all...
So lock all the doors,
And put your child to rest,
There's fire in the streets now,
But it's quiet in your head...
We're passing the time,
By breaking apart,
We're damned at the end,
And we're damned at the start,
Blame it on the roses,
Blame it on the red,
We're running out of time,
And I'm running out of breath,
Hey now, we're bleeding for nothing,
It's hard to breathe when
You're standing on your own,
We'll kill ourselves to find freedom,
You'll kill yourself to find anything,
We say goodbye, everyday and nite,
We write it on the walls,
Well everybody's gonna need somebody,
To take our troubles and our worries
And our problems all away,
Hey now, hey now, hey now
Right now...
Blue turn to red,
It's quiet in the streets now,
But it's screaming in your head,
I ain't a fool,
But I've got my doubts,
Say it doesn't hurt,
It doesn't matter anyhow, anyhow...
Hey we're just bleeding for nothing,
It's hard to breathe when You're standing on your own,
We'll kill ourselves to find freedom,
You'll kill yourself
To find anything at all...
So lock all the doors,
And put your child to rest,
There's fire in the streets now,
But it's quiet in your head...
We're passing the time,
By breaking apart,
We're damned at the end,
And we're damned at the start,
Blame it on the roses,
Blame it on the red,
We're running out of time,
And I'm running out of breath,
Hey now, we're bleeding for nothing,
It's hard to breathe when
You're standing on your own,
We'll kill ourselves to find freedom,
You'll kill yourself to find anything,
We say goodbye, everyday and nite,
We write it on the walls,
Well everybody's gonna need somebody,
To take our troubles and our worries
And our problems all away,
Hey now, hey now, hey now
Right now...
Tuesday, April 28, 2009
Trip Down To Memory Lane + Compulsividade Literária
Hoje pela primeira vez em dez anos eu voltei ao meu antigo colégio onde estudei a maior parte dos meus anos de estudante.
Foi estranho, melancólico, doloroso, passear por aqueles corredores onde eu vivi tantas emoções adolescentes, descobertas, decepções e alguns dos melhores, e piores, anos da minha vida até hoje.
Cheguei na porta da sala onde estudei a 7ª série. Vazia. Forcei a porta. Aberta. Entrei. Calafrio. Saudade.
Nessa hora só me veio à mente a Marisa e sua fenomenal "Infinito Particular" quando ela diz:
Eis o melhor e o pior de mim / O meu termômetro, o meu quilate / Vem, cara, me retrate / Não é impossível / Eu não sou difícil de ler (...) Só não se perca ao entrar / No meu infinito particular.
Tenho saudade de algumas pessoas daquela época. Poucas, mas tenho. Engraçado como tudo que foi vivido naqueles anos, hoje, parece ínfimo, minúsculo, irrelevante na minha vida.
Mantra da Cabala para os próximos 10 anos: Tudo que estiver se passando agora, em dez anos será ínfimo.
Saindo de lá fui exercer minha compulsividade literária. Comprei três livros e uma revista. Além dos dois que já leio atualmente. Alguém precisa me internar, eu tenho problemas sérios.
As abelhas chegaram há muito na minha vida. Não lembro exatamente como, mas sei que costumo simpatizar com livros da mesma forma que vou com a cara de pessoas. Pela orelha. No entanto, igualmente como as pessoas, algumas orelhas mentem e muitas vezes me decepciono.
Não foi o caso desse, "A vida Secreta das Abelhas" de Sue Monk Kidd, é uma história bucólica que se passa na Carolina do Sul, no início da década de 60 onde uma garota que não consegue ser amada pelo pai e que carrega uma culpa do tamanho do universo sobre as adversas circunstâncias da morte da mãe, parte sem rumo numa jornada de autoconhecimento. Foi recentemente adaptado de forma magnífica pro cinema com um elenco de hipnotizar. Definitivamente para sempre no meu top 5.
O segundo que (ainda) leio no momento é "Stardust - O Mistério da Estrela" de Neil Gaiman e que também foi adaptado pro cinema há não muito tempo, mas eu juro que é a mais pura coincidência o fato de estar lendo dois livros que viraram filme. Até porque, como disse, as abelhas chegaram há muito na minha vida. O "ainda" é porque comecei a ler esse em janeiro, porém fui desviado do caminho numa tentativa frustrada de leitura do bestseller "Crespúsculo". Que me perdoem os fãs da saga de Stephenie Meyer mas dessa vez eu escolho o filme ao livro. Tô inclusive doando a minha cópia...quem quiser, favor entrar em contato. O fato é que Stardust acabou ficando de escanteio. Estou me redimindo agora.
Meu crime. Liga pra minha terapeuta.




Niqui eu acabar de ler os dois lá em cima e começar qualquer um desses ai eu venho aqui e conto. Mas a julgar pelas orelhas...cola em mim que é só sucesso!
Foi estranho, melancólico, doloroso, passear por aqueles corredores onde eu vivi tantas emoções adolescentes, descobertas, decepções e alguns dos melhores, e piores, anos da minha vida até hoje.
Cheguei na porta da sala onde estudei a 7ª série. Vazia. Forcei a porta. Aberta. Entrei. Calafrio. Saudade.
Nessa hora só me veio à mente a Marisa e sua fenomenal "Infinito Particular" quando ela diz:
Eis o melhor e o pior de mim / O meu termômetro, o meu quilate / Vem, cara, me retrate / Não é impossível / Eu não sou difícil de ler (...) Só não se perca ao entrar / No meu infinito particular.
Tenho saudade de algumas pessoas daquela época. Poucas, mas tenho. Engraçado como tudo que foi vivido naqueles anos, hoje, parece ínfimo, minúsculo, irrelevante na minha vida.
Mantra da Cabala para os próximos 10 anos: Tudo que estiver se passando agora, em dez anos será ínfimo.
Saindo de lá fui exercer minha compulsividade literária. Comprei três livros e uma revista. Além dos dois que já leio atualmente. Alguém precisa me internar, eu tenho problemas sérios.
As abelhas chegaram há muito na minha vida. Não lembro exatamente como, mas sei que costumo simpatizar com livros da mesma forma que vou com a cara de pessoas. Pela orelha. No entanto, igualmente como as pessoas, algumas orelhas mentem e muitas vezes me decepciono.Não foi o caso desse, "A vida Secreta das Abelhas" de Sue Monk Kidd, é uma história bucólica que se passa na Carolina do Sul, no início da década de 60 onde uma garota que não consegue ser amada pelo pai e que carrega uma culpa do tamanho do universo sobre as adversas circunstâncias da morte da mãe, parte sem rumo numa jornada de autoconhecimento. Foi recentemente adaptado de forma magnífica pro cinema com um elenco de hipnotizar. Definitivamente para sempre no meu top 5.
O segundo que (ainda) leio no momento é "Stardust - O Mistério da Estrela" de Neil Gaiman e que também foi adaptado pro cinema há não muito tempo, mas eu juro que é a mais pura coincidência o fato de estar lendo dois livros que viraram filme. Até porque, como disse, as abelhas chegaram há muito na minha vida. O "ainda" é porque comecei a ler esse em janeiro, porém fui desviado do caminho numa tentativa frustrada de leitura do bestseller "Crespúsculo". Que me perdoem os fãs da saga de Stephenie Meyer mas dessa vez eu escolho o filme ao livro. Tô inclusive doando a minha cópia...quem quiser, favor entrar em contato. O fato é que Stardust acabou ficando de escanteio. Estou me redimindo agora.Meu crime. Liga pra minha terapeuta.




Niqui eu acabar de ler os dois lá em cima e começar qualquer um desses ai eu venho aqui e conto. Mas a julgar pelas orelhas...cola em mim que é só sucesso!
Saturday, April 25, 2009
Criaturas Aladas
Winged CreaturesYou have to lose your way to find it.
Você tem que se perder pra se encontrar.
"Um grupo de estranhos criam um relacionamento único entre si após sobreviverem a tiroteio numa lanchonete."
Um cara entra numa lanchonete e atira aleatoriamente nos funcionários e clientes antes de atirar em si mesmo, mudando a vida de 5 pessoas. Como elas vão lidar com as perdas e os traumas é o que acontece durante a uma hora e trinta minutos desse cáustico e perfurante drama, dirigido por Rowan Woods de 'Sob o efeito da água' (com a ótima Cate Blanchett) e escrito pelo novato Roy Freirich, que também escreveu o romance que leva o mesmo nome do filme.
Acabei de assistir. Adoro dramas coletivos onde vidas de estranhos são interligadas por um fato que os marca pra sempre e que exige superação de todos os lados.
Ter Kate Beckinsale, Guy Pierce, mas, principalmente a Dakota Fanning no elenco foi decisivo pra minha escolha do filme de sábado à noite. Gostei bastante. Se eu fosse crítico de cinema do jornal O Globo e houvesse a mais remota previsão desse filme estrear no Brasil ou ao menos ser lançado em DVD, meu bonequinho estaria aplaudindo de pé em cima da cadeira. Como não há...eu agradeço ao Vivo ZAP por me permitir fazer o download em menos de 3 horas.
É um filme pesado, arrastado, é verdade, mas muito bem dirigido e com atuações tocantes e pungentes. Nunca tinha usado essa palavra na vida, mas tive que procurar no dicionário algum adjetivo que traduzisse toda aflição que eu senti ao ver, em algumas cenas, o comportamento dos personagens. Pungente: que tem ponta aguçada, que provoca dor penetrante.
Interessante ver como eles são afetados pelo fato, mesmo nem todos tendo estado no local, no momento que aconteceu a tragédia, e ver ainda como cada um reage e como lida com o pós-trauma.
Quantos de nós já não fomos ou nos sentimos afetados por algum ato de violência gratuita, impelidos em fazer alguma coisa inclusive, para ajudar estranhos que se tornam conhecidos ao longo do caminho?
Eu já...minha última quinta feira que o diga. Road trip rocks.
Mas será que sentimos e fazemos essas coisas para ajudar estranhos mesmo? Ou nós mesmo que não conseguimos conviver com tanta crueldade gratuita?
E quando você consegue fazer algo pra melhorar a vida daquelas pessoas afetadas, e a sua junto, consegue descrever a sensação? E a responsabilidade de cultivar aquela redoma de proteção? De manter tudo sempre bem...apesar do acontecido.
Nós somos, todos, criaturas aladas, capazes de transformar, manipular, curar, extinguir, fazer da nossa vida, e da dos outros, um céu ou um inferno. Basta que tenhamos um motivo forte pra isso. E acreditemos nele.
Seria isso...brincar de Deus?
Se for, eu sou a mãe!
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Wednesday, April 22, 2009
Transcription of today's therapy session
I'm broke but I'm happy
I'm poor but I'm kind
I'm short but I'm healthy, yeah
I'm high but I'm grounded
I'm sane but I'm overwhelmed
I'm lost but I'm hopeful baby
And what it all comes down to
Is that everything's gonna be fine fine fine
'Cause I've got one hand in my pocket
And the other one is giving a high five
I feel drunk but I'm sober
I'm young and I'm underpaid
I'm tired but I'm working, yeah
I care but I'm restless
I'm here but I'm really gone
I'm wrong and I'm sorry baby
And what it all comes down to
Is that everything's gonna be quite alright
I've got one hand in my pocket
And the other one is flicking a cigarette
What it all comes down to
Is that I haven't got it all figured out just yet
I've got one hand in my pocket
And the other is giving the peace sign
I'm free but I'm focused
I'm green but I'm wise
I'm hard but I'm friendly baby
I'm sad but I'm laughing
I'm brave but I'm chicken shit
I'm sick but I'm pretty baby
And what it all boils down to
Is that no one's really got it figured out just yet
I've got one hand in my pocket
And the other one is playing the piano
And what it all comes down to my friends
Is that everything's just fine fine fine
I've got one hand in my pocket
And the other one is hailing a taxi cab...
I'm poor but I'm kind
I'm short but I'm healthy, yeah
I'm high but I'm grounded
I'm sane but I'm overwhelmed
I'm lost but I'm hopeful baby
And what it all comes down to
Is that everything's gonna be fine fine fine
'Cause I've got one hand in my pocket
And the other one is giving a high five
I feel drunk but I'm sober
I'm young and I'm underpaid
I'm tired but I'm working, yeah
I care but I'm restless
I'm here but I'm really gone
I'm wrong and I'm sorry baby
And what it all comes down to
Is that everything's gonna be quite alright
I've got one hand in my pocket
And the other one is flicking a cigarette
What it all comes down to
Is that I haven't got it all figured out just yet
I've got one hand in my pocket
And the other is giving the peace sign
I'm free but I'm focused
I'm green but I'm wise
I'm hard but I'm friendly baby
I'm sad but I'm laughing
I'm brave but I'm chicken shit
I'm sick but I'm pretty baby
And what it all boils down to
Is that no one's really got it figured out just yet
I've got one hand in my pocket
And the other one is playing the piano
And what it all comes down to my friends
Is that everything's just fine fine fine
I've got one hand in my pocket
And the other one is hailing a taxi cab...
Monday, April 20, 2009
Toco Musical - Parte 1
“You’re gone from here and soon you will disappear fading into beautiful light.”
"Everybody's Changing" By Keane
Existe forma mais poética e gentil de mandar a (ex) pessoa amada tomar no olho do seu respectivo cu?
Aliás, gentileza na hora de dar o tão famoso toco é essencial, pois como diz minha avó: “o problema de cuspir pra cima é que cedo ou tarde o cuspe cai de volta na nossa cabeça.”. Portanto, muito cuidado antes de cuspir pra cima e /ou no prato que você comeu, sem trocadilhos. E não há na-da como altas doses de música pra nos inspirar.
Senso de humor também é bem vindo, além de ser tudo nessa vida, portanto resolvi fazer uma cartilha musical: “TOCO DE A a Z”. E como a lista é comprida eu vou postar em fascículos, até porque como diria minha velha amiga Manuelina Terebentina Capitulina de Jesus Amor Divino, dessa forma fica fascículo de ler!
Confiram, adicionem, e mandem a fila andar conforme a música, pois como já dizia a Rainha dos Baixinhos: bobeou...dançou!
“Eu Nunca Te Amei Idiota” by Ana Carolina: Essa Ana é muito macho MESMO, porque além de xingar ainda rola um desdém tipo “Eu nunca te amei idiota...eu nunca te amei, laralala!”
“Uninvited” by Alanis Morisette: Canadense, polida, torturada e contida, Alanis sofre em silêncio porém na hora de mandar embora ela é rápida e dissimulada: "You’re uninvited, an unfortunate SLIGHT". (e ponto!)
Menos contida e educada, ao contrário na verdade, pervertida e petulante, Alanis reduz seu ex ao cocô do mosquito do cavalo do bandido em “You Oughta Know”. Aliás essa música bem que deveria ser o hino de libertação das mulheres traídas por suas melhores amigas.
“Did you forget about me, Mr. Duplicity? I hate to bug you in the middle of dinner. It was a slap in the face how quickly I was replaced. Are you thinking of me when you fuck her?”.
Terapia NO MORE! É só ir pra cima de um prédio bem alto munida de seu iPod e cantar essa música o mais alto que suas pregas vocais e seus pulmões permitirem. Garanto que vai economizar anos e rios de dinheiro com análise!
“Just Friends” by Amy Winehouse: Nessa música Amy faz a linha “Bêbada milionária e amiga da garotada”, disposta inclusive em ser “apenas bons amigos” com seu mais recente desafeto.
“Everything Back But You” by Avril Lavigne: Já a princesinha do punk-pop é mais drástica e radical: “Everything I gave you, I want everything back BUT you”. Toma-te!
“Vá Morar Com O Diabo” by Cássia Eller: Essa também nunca teve muita papa na língua pra nada enquanto viveu, imagina na hora de dar o toco! “Vá morar com o diabo que é IMORTAL!” Imperativamente ela está de saco cheio de você.
“Stay Away” by Dashboard Confessional: Sem deixar brechas pra qualquer tipo de argumentação, os Dashboard Confessionals mandam essa na bucha: “stay away from me NOW”.
“Warwick Avenue” by Duffy: Dona de uma voz mezzo irritante e vinda do país de Gales, onde o frio prevalece inclusive nos corações, Duffy pede gentilmente que o descartado a encontre na estação de trem que dá nome à música para informá-lo que levou um pé na bunda bonito e pede ainda que ele engula o choro, tudo isso antes dela partir.
“When I get to Warwick Avenue, please drop the past and be true.
Don't say we're okay just because I'm here. You hurt me bad but I won't shed a tear
I'm leaving you for the last time baby. You think you're loving but you don't love me
And I've been confused outta' my mind lately. You think you're loving but I want to be free
Baby you've hurt me!”
Em breve o segundo fascículo com mais alguns exemplares da fina flor do toco musical!
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